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Sobre o nome, claro

O Chihuahua anão existiu e compartilhei com ele três anos da minha vida, durante a adolescência. Ele era realmente anão e tinha também alguns defeitos congênitos que acabaram por levá-lo embora muito cedo, com apenas três anos.  Tinha um nome muito apropriado: Max.

Há algumas fotos do Max, mas estão na casa da minha mãe. Quando passar por lá, vou postá-las por aqui.

Para além disso, me sinto como o Max: um ser insignificantemente minúsculo latindo para tudo. É uma metáfora apropriada para mais um blog no mar digital. É o título perfeito para mais uma gota perdida nesse oceano. E me traz a confortável lembrança do Max mordendo raivosamente meus cabelos enquanto eu via televisão deitado no tapete da sala.

Salve, Max!!!

 

2 respostas »

  1. Olá, há alguns dias achei seu blog, meio por acaso, como calha de ser tudo na internet. Achei bom descobrir coisas novas, gente que trata a antropologia de maneira diferente do que eu vivi na graduação e mesmo no mestrado. Eu costumava dizer que antropólogo é bicho esquisito, agora vejo um outro lado dessa ‘estranheza’, um lado mais bacana. É, vou passar mais vezes por aqui.

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