transubstanciação

O noticiário político, ah o noticiário político.

Quando acabou o primeiro turno me deu uma gastura: quem aguenta mais um mês de noticiário político?

Aquele ridículo organizado da mídia é foda.

Mas essa semana as coisas ficaram divertidas, ao menos. O ridiculão é full-antropológico. A questão da mídia agora é uma questão do pensamento xamânico: transubstanciação. De alguma forma, estamos animando (dando vida) a bolinhas de papel que viram rolos de fita crepe, que novamente viram rolos de fita crepe.

O bacana dessa animação é que todo mundo pegou o espírito da coisa e a piada rola solta no twitter. Coitado do Rojas, que já se redimiu daquela história (ele não era treinador de goleiros do São Paulo?). serrarojas#

Mas a propriedade da bola ser rolo e do rolo ser crepe é o máximo. É o mutano da faber-castell, o ben-10 do Kalunga. Os super gêmeos das fábricas de celulose.

Como disse um blogueiro aí: “Fita Crepe é o caralho! Meu nome é bolinha de papel, porra!! É a frase daquele cara, naquele filme em que favelado preto é bandido. A frase é legal: marca uma alteração de si, cujo índice é o nome. Tem uma galera aí falando de onomástica, sabe como é.

Mas a mudança para o contexto celulósico das bolinhas e fitas é interessante: é a bolinha quem ganha agência e clama por sua “identidade”.

Abaixo imagem da próxima transubstanciação da bolinha de papel: segue a evolução no esquema Digimon.

Essa nova forma é muito adequada para o PSDB tratar do caso de contra-espionagem interna Minas X SP.

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