Infanto-metafísica e o parentesco

Meus filhos se esmeram na infanto-metafísica. Você sabe, o Cassiel tem um amigo invisível que tem seu próprio amigo invisível.

Agora, o Dimitri se fez a pergunta: O papai Noel não ganha presente?

Ele e Cassiel chegaram à conclusão que deve haver o papai Noel do papai Noel. O papai Noel deve receber presentes de outro Papai Noel.

Tudo caminha para mais uma versão da metafísica que eles gostam de exercitar, mas Dimitri interveio com uma reflexão menos etérea e mais afim do nosso mundo relacional:

“Deve ser o Papai Noel pai e o Papai Noel filho…”

Pronto, então abandonamos a metafísica (e um pouco da infância) para gerenciar as dúvidas a partir da lógica do concreto: o mundo do “outro papai Noel” é lido pela lógica do parentesco, que os meninos conhecem na prática!

É engenhoso, mas também é um mergulho cada vez maior no mundo de verdade.

E as crianças vão crescendo.

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